Agora, ao analisarmos, veremos algo bem claro: o nível da aula dos professores, e o nível da base de conhecimento dos alunos. A diferença entre os dois, quanto menor for, mais clara será a exposição. Logo, o contrário também é real, quanto maior a diferença entre os dois, menor será o entendimento da classe.
Ao nos depararmos com o primeiro caso, estamos no mundo ideal do professor universitário; ele possui os conhecimentos e seus receptores estão preparados para entender a mensagem que está sendo enviada. Lindo, mágico, UAALL...
Agora, e quando a segunda opção toma lugar? O professor está preparado para lecionar, mas os receptores não estão prontos para absorver. Lá se foi o mundo ideal e agora cabe ao professor ter a sensibilidade do que é melhor ser feito. Ele tem algumas opções.
1) Desistir e mandar todos às fezes. Ok. beleza.
2) Continuar falando no mesmo nível e pomposidade, afinal ele está tranquilo pois sua aula está em um patamar excelente. Uhum..
3) Buscar a linguagem da sala para que os receptores possam entender de forma clara o que está sendo dito. Interessante.
Bom, claro que o nosso amigo professor vai escolher a número 1 ou a 2! Não é uma gracinha?.. Mas está ERRADO!
Professor, infelizmente sua aula está delimitada pelo nível da sala que está em suas mãos. Não adianta forçar o conhecimento pela garganta do aluno que de nada irá adiantar. Não há aluno que não possa aprender, o problema, na grande maioria das vezes, está na paciência do professor de adaptar sua aula. É um esforço grande, não é mesmo? Você é pago para isso, então, JUST DO IT.
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